Encaminhar
é perder.
O caso sai pela porta, e com ele o vínculo, o faturamento e, muitas vezes, a família inteira de pacientes.
O Dr. Leonardo da Motta Borges conduz a cirurgia na sua estrutura e o paciente continua sendo seu, inclusive na fase protética.
O caso sai pela porta, e com ele o vínculo, o faturamento e, muitas vezes, a família inteira de pacientes.
Enxerto, meses de espera e prótese removível afastam quem só queria ouvir: “existe solução para o meu caso.”
“Não fazemos esse tipo de caso” posiciona a clínica como incompleta, mesmo excelente em tudo o resto.
Implantodontia avançada · Maxila atrófica
Mais de 20 anos em implantes dentários, com atuação dedicada às reabilitações complexas da maxila: os casos que exigem condução além da implantodontia convencional.
A clínica identifica o caso. O especialista assume a condução técnica e cirúrgica. O paciente permanece seu, inclusive a fase protética. O suporte começa antes de qualquer compromisso.
Perda óssea severa na maxila, além da implantodontia convencional.
Análise tomográfica, projeto individualizado, prototipagem e cirurgia na estrutura da clínica parceira.
Vínculo, fase protética e acompanhamento permanecem na clínica.
Um processo que o parceiro acompanha e o paciente sente.

Maxila estendida aos zigomáticos, em DICOM.

Projeto individualizado conforme a anatomia.

Impressão da estrutura óssea e ensaio prévio.

Conduzida pelo especialista, na sua estrutura.

Prótese tipo protocolo, com previsibilidade para carga imediata.
Caso ilustrativo. Toda conduta depende de avaliação clínica e tomográfica individual.
Nenhuma proposta é apresentada sem avaliação prévia e análise tomográfica. Cada caso é um projeto.
Queixas, perfil do paciente e solicitação da tomografia (DICOM, sem laudo).
Técnicas previstas conforme a anatomia, com base na tomografia.
Proposta apresentada somente após o estudo do caso.
Cláusulas detalhadas, assinadas antes de qualquer etapa clínica.
Hemograma, glicemia, coagulograma e risco cirúrgico com cardiologista.
Estudo físico do caso e ensaio prévio da cirurgia.
Exames avaliados, risco liberado, cirurgia ensaiada.
Pressão e glicemia aferidas; conduta ajustada às condições encontradas.
A clínica parceira não investe em equipamento cirúrgico. O aparato vai com o especialista.

Vibrações ultrassônicas de alta frequência substituem brocas e serras: o corte atua apenas em tecido mineralizado, preservando tecidos moles, nervos e vasos. Campo limpo, menos trauma, pós-operatório com menos dor e edema.

Cardioversor, esfigmomanômetro e glicosímetro acompanham os sinais vitais do início ao fim.

A cirurgia é ensaiada antes de acontecer, sobre a réplica impressa da estrutura óssea do paciente.

Cada implante é posicionado virtualmente sobre a tomografia antes do primeiro corte.
Estrutura de suporte voltada à segurança do paciente durante todo o procedimento.
Retém pacientes que hoje seriam encaminhados
Amplia o leque de tratamentos sem investir em nova especialidade
Posiciona a clínica no território da alta complexidade
Aumenta o valor percebido pelo paciente
Mantém a fase protética, e sua receita, dentro da clínica
Suporte técnico desde a avaliação, antes de qualquer decisão
Uma solução que soma, sem concorrer com o que a clínica já faz
Mais soluções. Mais posicionamento.
Mais valor percebido.
A reabilitação de maxila atrófica severa não é precificada como um tratamento convencional. Em pesquisas de mercado, parte de R$ 30 mil e pode chegar a R$ 80 mil, conforme região, estrutura, complexidade e posicionamento da clínica.
Valores de mercado estimados. Simulações de margem líquida, com base de custos de maio/2026, são apresentadas na reunião.
A clínica identifica o caso, o Dr. Leonardo assume a condução técnica e cirúrgica na estrutura da própria clínica, e o paciente permanece onde sempre esteve, inclusive na fase protética.
Não. Piezosurgery, motor de implante, instrumentais, monitorização e suporte de oxigênio vão com o especialista para a cirurgia.
Sim. Vínculo, prótese e manutenção permanecem com o parceiro. O especialista atua como suporte técnico, não como concorrente.
Somente após avaliação clínica e análise tomográfica. Cada caso recebe um projeto individualizado, com as técnicas previstas conforme a anatomia do paciente.
Tomografia da maxila estendida à região dos zigomáticos (arquivos DICOM, sem necessidade de laudo) e, aprovado o tratamento, exames pré-cirúrgicos: hemograma, glicemia, coagulograma e risco cirúrgico com cardiologista.
Chamando a equipe no WhatsApp. O suporte começa já na avaliação do primeiro caso, antes de qualquer compromisso.
Chame a equipe no WhatsApp e conte o caso ou a intenção de parceria.
Maxila estendida aos zigomáticos, em DICOM, por e-mail, sem necessidade de laudo.
Projeto individualizado e proposta apresentados após o estudo do caso.
Um especialista dentro da sua estrutura. O paciente, o vínculo e a prótese continuam seus.
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